PROMOVENDO A
CIDADANIA FISCAL NO BRASIL
A premiação nacional objetiva valorizar as melhores práticas de educação
fiscal, que atuam sobre a importância social dos tributos e sua correta
aplicação em benefício de todos. São escolas e instituições sensíveis ao
tema que fazem da participação social um caminho para transformar o Brasil.
Neste ano serão seis vencedores. Primeiro, segundo e terceiro lugares na Categoria
Escolas, que receberão R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 3 mil, respectivamente.
Dois primeiros colocados na Categoria Instituições, com a premiação
em dinheiro de R$ 10 mil para o primeiro e R$ 5 mil para o segundo lugar. Já a
melhor reportagem na Categoria Imprensa, levará para casa, além do
troféu, o valor de R$ 2 mil, que poderá ser para o jornalista ou a empresa de
comunicação a qual representa.
Com o objetivo de valorizar as
melhores práticas de educação fiscal, que atuam sobre a conscientização da
importância social dos tributos e da correta aplicação dos recursos públicos, a
Febrafite lançou nesta quarta-feira (19) a edição 2017 do Prêmio Nacional de
Educação Fiscal, em solenidade realizada no auditório da Receita Federal do
Brasil, na capital federal.
Ao lançar 6ª edição do Prêmio,
o presidente da Febrafite Roberto Kupski ressaltou que a iniciativa da
Federação, em parceria com a Escola de Administração Fazendária (Esaf) e com o
Programa Nacional de Educação Fiscal (Pnef), é motivo de orgulho para a
entidade e suas filiadas.
Ao citar a evolução e o
comprometimento de todos os colaboradores, representantes da Comissão Julgadora
e das entidades parceiras, desde a primeira edição em 2012, Kupski destacou que
isto também contribuiu para a recém-conquista da inclusão da educação fiscal na
Base Nacional Comum Curricular (BNCC), apresentada pelo Ministério da Educação
na semana anterior.
“Esta é uma conquista de todos
nós que acreditamos na educação fiscal como ferramenta fundamental para o País,
especialmente em um momento como o de agora, onde se discute a aplicação dos
recursos públicos”, disse Kupski. Ele também citou que o desafio, agora, é
inserir a educação fiscal como disciplina na base curricular do Ensino Médio e
do Superior.
Kupski concluiu sua fala
agradecendo a todos os presentes, especialmente os representantes da Esaf e do
Pnef, que juntamente com a Federação, deram um passo a mais na direção daquilo
que acreditam: o poder transformador da educação.
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